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O profissional de mídias sociais – em nossa defesa

Foto: Mr. Flibble

“Aí, ela só fica lá no Twitter, vai no Orkut, depois entra no Facebook, vê uns vídeos no YouTube, aí fica lendo uns blogs. Depois abre uma tela cheia de coluninhas. Cara, depois eu não entendo mais nada pq começa a abrir o excel, word… faz umas coisinhas no power point…”

Não que eu já tenha, sem querer (mesmo), ouvido tuuuuudo exatamente assim de algum colega de trabalho, mas o pessoal que trabalha com mídias sociais já deve ter ouvido coisas assim mais de uma, duas, três vezes. Bom, nem uma parte, nem outra tem culpa. Isso podemos afirmar.

Eu explico para vocês que uma das coisas que fazemos é monitorar o micro e macro da(s) marca(s). Pode ter certeza, é nesta hora que gostaríamos de ter aquela visão muito doida-mega-múltipla dos insetos. Neste momento, estamos observando o que estão falando da(s) marca(s) via Twitter, Facebook, Orkut, MySpace, Ning, YouTube, Vimeo, blogs, portais de notícias, etc. As pessoas podem estar falando bem, falando mal, perguntando, sugerindo, indicando para outro(s) amigo(s), inclusive precisando de tal marca, mas sem saber que a mesma existe ou pode satisfazer sua necessidade.
Também é neste momento que estamos de olho no que está acontecendo com aquela marca no mercado, seus concorrentes e o próprio mercado em geral.

Em um outro momento (mas estranhamente… ou não, acontecendo ao mesmo tempo), é a comunicação e interação com base nas estratégias já traçadas anteriormente… ou de necessidades que surgiram naquele momento exato ou horinhas anteriores.

Estatísticas e dados são coisas que devem ser observadas e registradas… e são muito cobradas. Afinal, essas análises são matéria-prima de novas estratégias, que também estão sendo pensadas, desenhadas, redesenhadas e discutidas com as pessoas envolvidas com tal marca (incluindo representantes da mesma) e sua divulgação em outras mídias.

Quando estamos na tela do perfil de alguém, por favor, nem ouse em pensar que estamos querendo flertar com tal pessoa ou que ela faz parte de nosso círculo de amizade e estamos mandando um recado sobre onde vamos almoçar ou coisa do tipo.
Se estamos checando seu perfil é que certamente esta pessoa registrou alguma impressão muito positiva, muito negativa, virou mega cliente da marca ou até pode se tratar de uma nova pessoa a ser abordada, já que em algum momento ela precisou dos produtos ou serviços da marca em questão.

Ah sim, o power point ou outro programa é onde estamos preparando alguma apresentação pro pessoal interno ou cliente mesmo.

Some-se a isso visitas básicas ao conteúdo mais diversificado na web, seja em forma de artigos, vídeos, fotos, tweets, etc.
Não! Não é hora de descanso, é pesquisa, é hora dos conhecimentos gerais, de tentar ficar por dentro, de tentar correr desesperadamente atrás na inalcançável onisciência. Momentos assim em que gostaríamos que nosso dia fosse feito de pelo menos 400 horas.

Por favor, tenha um pouquinho mais de compaixão e compreensão com esses pobres profissionais que tanto trabalham como vocês.

Categorias:trampo
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