marinamizioka.com

abril 2, 2012 Deixe um comentário

Agradeço a visita ao meu (ex)blog. Agora estou neste endereço: http://www.marinamizioka.comImagem

Obrigada!

Pedrinho, o que você está compartilhando aí?

fevereiro 13, 2012 Deixe um comentário

Crianças na internet e redes sociais na Internet. Dois elementos delicados para discutirmos separadamente ou conjuntamente.

Diferentemente do que ocorre no dia a dia das empresas que estão cada vez mais se interessando em tentar atingir o maior público possível ou então não estar ausente de forma alguma nas redes sociais, com as famílias com crianças ocorre o oposto, há uma preocupação dos pais e responsáveis em saber como seus filhos em idade infantil estão se comportando na Internet, e principalmente, nas redes sociais.

Você talvez já deva estar pensando de forma negativa, lembrando-se apenas de redes muito populares como Orkut e Facebook, que até possuem regras restritas em relação à faixa etária para cadastro (claramente ignoradas por milhares de internautas mirins). Mas o mundo das redes sociais é muito mais que isso. Hoje temos várias redes sociais criadas através de sites educativos e próprios para o desenvolvimento, aprendizado e interação de pais e crianças. Obviamente, elas geralmente são internas aos sites e portais, e um pouco menos divulgadas. Mas ainda uma forma saudável de desenvolver este contato entre as crianças e o aprendizado compartilhado.

Mas elas também querem ter um breve momento de lazer nas redes sociais, e de preferência, onde alguns de seus amiguinhos também estejam. O drama ainda não é esse, mas a preocupação surge quando chegamos em “o que seus filhos estão inserindo como conteúdo nestas redes sociais?”. São piadinhas, quadrinhos, animações infantis, fotos do cachorrinho, pequenas discussões sobre joguinhos? O que você permite que ela compartilhe ou deixe exposto?

O segredo está em manter o diálogo e regras muito bem definidas com seus filhos em relação ao que eles podem colocar ou não nas redes sociais na Internet. Se você não quer que a família fique exposta de uma ou de outra forma, alerte-a sobre isso. Mantenha a criança consciente de que deixar dados importantes expostos (endereço, telefone, etc) não é uma possibilidade. Até mesmo aquele comentário simples, mas que pode ser explorado de forma perigosa, por exemplo “Tio Manoel, sentiremos saudades suas por muito tempo. Boa sorte com seu novo trabalho na Austrália. Peninha q sua casa ficará vazia por tanto tempo”.

Na minha opinião, o mal não veio com as redes sociais, nem com jornais, celulares, etc, e como vocês já sabem, o fator humano sempre será o responsável. E enquanto as coisas não ficam perfeitas, passe mais tempo com seus filhos, incluindo nas redes sociais, se possível.

Marina Mizioka

Este texto foi publicado no Jornal da Tarde (13/02/2012 – pág. 2), sob o título “Cuidado com as redes sociais”

Categoriastech

Já passou da hora de mudar

janeiro 3, 2012 Deixe um comentário

Quando você era criança pode ter achado muito interessante aquele brinquedo que ficava na seção das crianças do sexo oposto. Se você for mulher, vai dizer que quando criança nunca pensou em pelo menos olhar a caixa daquele carrinho cheio de botões coloridos ou que você podia comandar com um controle remoto? Se você for homem, será que quando você era um menino nunca teve curiosidade de entender aquele fogãozinho que deixava sair bolhas na água da panelinha… E sem fogo? Sem contar aquelas bonecas que mudavam de cor de acordo com a temperatura da água.

As meninas vestem rosa e os meninos, azul. Menina com camiseta do Ben10? Tão estranho quanto o garotinho com a blusa da Moranguinho (ou do Limãozinho).
Por que as meninas não podem gostar de Transformers e ganhar as miniaturas de aniversário? Por que os meninos não podem ganhar o kit cozinha?
E se os brinquedos fossem separados por nível de barulho, faixa etária, número de peças…?

Os tempos mudaram, o comportamento dos homens e das mulheres também, incluindo as exigências sobre cada um. Ambos os sexos precisam ser praticamente “politudo”, precisam ter bravura, coragem e sensibilidade, saber cozinhar, escolher as roupas certas, trocar o pneu, entender de carro, ganhar seu próprio dinheiro, pagar as contas… Mas, ironicamente, mantemos e vemos tantos estereótipos e tradições ainda tão visíveis e caindo fortemente desde cedo, desde criança. Então onde está este gap quando ainda nos deparamos com sites e lojas separando os brinquedos para meninas e para meninos. Ou então, vamos tentar entender qual será a idade em que cada criança terá que se deparar com a verdade que a aguarda.

Nossa geração agora é a responsável por continuar ou acabar de vez com esse estereótipo. Nossos filhos, sobrinhos e alunos estão aí questionando mais do que qualquer outra geração questionou, pensando até em tabus. E então, o que você vai explicar?

Não culpe o consumo, ele é apenas consequência do que você está moldando na cabeça das crianças ou do que você pensa, que é reflexo do que você espera da sociedade a curto e longo prazo.

Neste filme abaixo, a garotinha pelo menos questionou todo o assunto aos 5 anos de idade.

Categoriasadvertising/mkt

Before it all happens

janeiro 2, 2012 Deixe um comentário

When Christmas days are over, it´s time to get ready for New Year´s Eve.

Most of young Japanese descendents living here in São Paulo (Brazil) are sadly forgetting those traditions that their grand or greatgrandparents had for this time of year. On the other hand, we feel that each year, Japanese culture is being spread around the city by stores, restaurants, buildings, companies´ presence.

So, what do Japanese Brazilian wish for New Year? Same things that everybody in the world do, and that is peace, prosperity, money, love, health…
But almost all families prepare at least one Japanese dish for supper before New Year, it can be sushi, nishime, onigiri, sashimi, udon and so on. But they are also served with other Brazilian food and champagne to celebrate New Year. That´s why Liberdade (our “Little Tokyo”) receives lots of visitors every single day, especially in this time of year. And grocery stores get so crowded, you feel you can´t even move. People are buying all ingredients for their traditional Japanese recipes.

One thing they also buy is the famous mochi! On January 1st, they believe that eating it fried (with shoyu and sugar) or cooked (as part of the ozoni soup) as the first meal of the day, they will have luck and health for the whole year.

Lots of Japanese restaurants serve the ozoni soup in the beginning of the year for their traditional customers, just like Sushi-Yassu (http://www.sushiyassu.com.br), as sushiman Sérgio Nakamura explains. He says that in 2012, the restaurant will be open on Tuesday (Jan 3rd) and they will serve ozoni soup only for the week, since it´s not every client that order it and tourists are more interested in sushi.

On January 1st, still at Liberdade, they prepare a square area with some “usu” and “tsuchi” for the mochitsuki. A huge line of people (mostly Brazilians interested in the culture) is formed around this square for them to take home some mochi pieces for free.
Being Japanese descendent or not, the most expected moment is watching fireworks with our families or friends, hugging and wishing each other a wonderful New Year ahead.

Sushi Yassu at Liberdade and the sushiman, Sérgio Nakamura

Este é um artigo escrito para o portal Yokoso News.

Você não pode curtir

novembro 23, 2011 Deixe um comentário

Sei que muitas vezes é entediante ler regulamentos e regras de promoções. Geralmente eles vêm naqueles formatos longos com letras pequenas, sem qualquer ilustração ou animação (que ajudaria bastante).

É chato, porém necessário. Estou falando principalmente com você que está louco para criar uma promoção… no Facebook, por exemplo. Clientes e até mesmo colegas de trabalho já chegaram a pegar no meu pé, tentando me provar várias outras coisas. Não rola, gente! O Facebook tem regras bem claras para promoções dentro de sua plataforma.

São algumas coisinhas bem chatas que a equipe do Mark deixa explícito, dar um “like” ou “curtir” numa fanpage como forma de inscrição em um concurso ou sorteio, é proibido. Curtir um comentário, deixar um próprio no mural da fanpage como forma de participação, também é proibido.

“Marina, tá de sacanagem?! Já vi um monte de gente fazendo isso”. Pois é, mas não pode. E aqui está o guideline de promoções dentro do Facebook: http://www.facebook.com/promotions_guidelines.php

E pessoal, vou falar uma coisa. Faz tempo que eles já estavam com essas regras, antes mesmo da última atualização (do dia 11/05/2011). Entonces, se você faz essas promoções para sua empresa, obviamente você precisa ficar de olho. E se você ainda representa uma empresa, precisa estar tão atento quanto pois a mesma está confiando em seu julgamento e decisão.

Mas e aí, como posso minha promoção dentro do Facebook? Uma das coisas que eles avisam de primeira é utilizar aplicativos de terceiros, que aí sim, você poderá usar em uma aba (que na mudança, nem é mais aba) ou em canvas. Só isso mesmo. Faça o seguinte, construa toda sua mecânica em uma página na web e use aplicativos para colocar o conteúdo dentro de uma aba, por exemplo, dentro do Facebook, ou até levá-la para uma nova página FORA da rede social.

Já viu a promoção da Kibon? A explicação está toda bonitinha lá, mas ao clicar em participar, você é levado para o ambiente externo. http://www.facebook.com/kibonbr?sk=app_160569274034582

Tem algumas outras questões que ficamos em dúvida, mas sua empresa precisa contar também com a ajuda de organizações e profissionais que possam saná-las.

Se você gosta mesmo ou se sua estratégia ainda é focar em promoções no Facebook, só precisamos  continuar na torcida para que aquele guideline tenha atualizações falando o contrário. E enquanto ele não muda, o jeito é usar os meios possíveis e pensar em outras novas.

Nossas necessidades já estão sendo confundidas com desejos

outubro 2, 2011 Deixe um comentário

Pense em algo que você necessita muito… ou seja, não estou falando de desejo, OK?
Vai pensando que eu vou falando coisas que necessito: garantia de uma excelente previdência sem gastos maiores ao longo do tempo, plano de saúde também sem gastos altos e que fosse com despesas decrescentes ao longo do tempo, imóvel em local 100% seguro e com excelente preço, estradas seguras e perfeitos tapetes, já que você paga IPVA e pedágios. Ah, e metrôs e ônibus eficientes, confortáveis, seguros e sem superlotação. Também necessito de pontos de abastecimento de energia para veículos, já que eu quero um dia comprar um carro elétrico e largar o que hoje necessita de álcool e gasolina (também me refiro ao meio-ambiente).
Necessito também ser atendida por pessoas com um mínimo de inteligência e vontade quando vou às lojas, restaurantes ou entro em contato com SACs, e para isso preciso que QUALQUER escola forme alunos 100% qualificados.
Também tenho a necessidade de pessoas gerando menos pessoas em meu país e nos vizinhos, ou se preferir, pessoas mais espalhadas nos lugares, então preciso que haja oportunidades e condições muito boas em todos lugares.

E novamente, estou falando de necessidades apenas, mas acabamos tendo tantos problemas em obtê-las que em nosso inconsciente, já são consideradas desejos.

CategoriasUncategorized

Possibilidades

setembro 22, 2011 Deixe um comentário

Há uns 25 ou 26 anos atrás, lembro que li na escola um livrinho que contava a história de uma família que comprou uma TV especial. O aparelho exibia normalmente o conteúdo dos canais, mas era especial porque, nos intervalos comerciais, a família notou que podia interagir com o conteúdo. Eles podiam obter (sem precisar comprar, pelo que me lembre) os produtos apresentados nos comerciais, ou seja, podiam pegar diretamente da tela para sua sala.

Era uma época de imaginar como seria o futuro, das possibilidades que pareciam estar muito distantes. Época que acabei assistindo ao filme “Poltergeist” (num mesmo esquema interativo com a TV, só que de uma forma macabra) e tempos em que também vivia assistindo aos “Jetsons”.

O tempo passou e, hoje, tudo aquilo que imaginávamos ficou banal, se não ultrapassado. Está certo que ainda dirigimos sobre o chão, e que não conseguimos pegar uma pizza quentinha direto da tela da TV num comercial da Pizza Hut, mas o segredo foi o progresso feito em interatividade através de dispositivos tradicionais.

E eu fico feliz em ver que dispositivos novos surgem, são pensados, desenvolvidos, produzidos e chegam em nossas mãos, mas fico mais contente ainda em ver que não precisamos abandonar ao todo aqueles tradicionais que sempre tivemos em casa.

Creio que estamos vivendo uma época em que praticamente tudo o que pensamos é possível de ser materializado. Sim, com maior ou menor custo, maior ou menor tempo de materializá-lo, mas possível. O que esperar na publicidade do futuro? E os meios e os veículos de comunicação? O que nos aguarda em relação às possibilidades? Ou melhor, nosso psicológico chegará a um nível tão elevado de notar mudanças que ele mesmo se auto-anulará e ficará insensitivo? Não sei, mas se o impossível está ficando para trás, continuaremos alimentando essa nossa fome de concretizar sonhos e possibilidades, e da ficção virar uma realidade comum a todos.

Categoriasadvertising/mkt, tech
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: